segunda-feira, 25 de abril de 2016

Conselho do Fundeb denuncia situação crítica da Escola Municipal de Vila Olímpio

Em visita a Escola Municipal de Vila Olímpio, na zona rural de Ilhéus, os membros do Conselho Municipal do Fundeb verificaram que a situação da unidade escolar é critica e o prédio pode desabar a qualquer momento. De acordo com os professores e a comunidade, a suspeita é de que o terreno está cedendo e o prédio pode cair.


Por conta disso, os alunos estão sem aulas. Os professores foram informados que não haveria aulas até que houvesse um laudo técnico dos engenheiros da Prefeitura e fosse encontrada uma solução. Até lá os estudantes ficarão prejudicados.


Reformada recentemente, pelo menos como consta nos pagamentos e planilhas, a escola está num verdadeiro caos. As paredes estão rachadas, o forro desabando, enormes casas de cupins por todos os lados e a sensação de que o prédio estaria inclinando para trás.


Professores e alunos estão com medo de ficar no local, que ameaça desabar. O problema é que ninguém sabe quando serão tomadas as necessárias providências e nem por quanto tempo os estudantes ficarão sem aulas por conta da falta de compromisso da administração municipal com a educação.


Confira as fotos:





 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

APPI e CAE, CME e Fundeb entram na luta para combater o aedes aegypti

A APPI/APLB-Sindicato e os conselhos municipais de Educação, Alimentação Escolar e Fundeb entram na luta para combater o aedes aegypti e convidam os conselheiros, profissionais da educação e comunidade ilheense para participar da Campanha da Educação Brasileira contra o mosquito transmissor da dengue, zika e chinkungunya. Para participar basta comparecer nesta sexta-feira, dia 26 de fevereiro, das 14 às 16 horas, à Biblioteca Municipal de Ilhéus, onde serão explicados os detalhes da campanha e a importância de cada um nesse combate.

A presidente da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME), Gilvânia Nascimento, informa que o Brasil enfrenta um momento extremamente grave com relação à infestação do mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre chinkungunya e do zika vírus.  “A gravidade da situação requer um esforço coletivo da sociedade brasileira e o compromisso do poder público, no sentido de adotar as estratégias necessárias para a eliminação dos focos de mosquito e a devida assistência e proteção à saúde de todos os cidadãos brasileiros, especialmente às populações mais vulneráveis, embora o mosquito não tenha fronteiras e nem escolha específica por classe social”, explica.

Segundo ela, a ação de todos é necessária para o enfrentamento desta questão tão grave e complexa que nos atinge neste momento. “Nossa participação é muito importante. Juntos podemos ajudar a alterar a rota traçada pelo mosquito. Nossas crianças precisam deste nosso compromisso. Os adultos também. Não sabemos onde pode estar a próxima vítima”, alerta. Durante o encontro serão distribuídos materiais informativos com orientações para a comunidade sobre as causas das doenças, os sintomas e como combater o mosquito.

O presidente da APPI/APLB-Sindicato, Osman Nogueira Junior, destaca a importância da comunidade escolar divulgar essas informações para sua família, colegas e para a comunidade do bairro. “Contamos com ajuda de todos no combate ao mosquito e a todas as suas terríveis consequências. O mosquito não pode ser mais forte que um país inteiro”, complementou. A reunião será aberta a toda a comunidade interessada em se engajar nessa luta de combate ao mosquito aedes aegypti



quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Escolas do Salobrinho funcionam em casas improvisadas e sem condições de trabalho

Como não tem construído escolas nos últimos anos, a Prefeitura de Ilhéus vem usando como alternativa a locação de casas improvisadas para funcionar como colégios, imóveis muitas vezes sem a menor condição de funcionamento e espaços inadequados para atuar como unidade de ensino. Um dos exemplos é no bairro do Salobrinho, onde a Prefeitura alugou casas para adaptar como escolas.

O Conselho Municipal do Fundeb visitou essas “escolas” do Salobrinho e registrou uma série de irregularidades que comprometem o funcionamento das unidades. Numa das casas as salas são apertadas e professores e alunos são obrigados a ficar exprimidos, sem a mínima condição do desenvolvimento do trabalho e da aprendizagem. Os professores não têm nem mesmo mesas para colocar seus materiais de trabalho.

O mais grave, no entanto é que o espaço teria passado por reformas recentemente, mas apresenta uma série de problemas em sua estrutura. Em algumas pias não foram trocadas as instalações hidráulicas e a água é despejada no chão. Os banheiros também não possuem adaptações para deficientes e as instalações permanecem antigas, mesmo depois das reformas.

Tem ainda a questão de segurança dos alunos. No quintal da escola estão sendo amontoados restos de construção e eletrodomésticos quebrados, oferecendo riscos para as crianças. Tudo isso sem contar que ao lado da escola existe uma passagem estreita que dá acesso ao colégio e nesse espaço, segundo os trabalhadores, é comum ver crianças passando pelo local.

Esses são apenas alguns dos muitos problemas verificados pelos membros do Fundeb na visita à escola improvisada do Salobrinho. Confira as fotos.





quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Reformado recentemente, IME-Centro está em situação precária

O Conselho Municipal do Fundeb vem realizando uma série de visitas às unidades escolares de Ilhéus e verificado a situação precária dos colégios, mesmo nos prédios onde supostamente teriam sido reformados recentemente.

Um dos exemplos é no Instituto Municipal de Ensino Eusínio Lavigne (IME-Centro) que passou por reformas há pouco tempo, mas que apresenta uma série de problemas nas salas onde teriam sido “reformadas”.

Anunciada pelo governo municipal como uma das grandes melhorias no IME, a climatização das salas não ocorreu de fato. De acordo com os alunos, os aparelhos de ar condicionado foram instalados, mas não foi feita uma revisão na instalação elétrica. Com isso, quando ligam os aparelhos há uma queda de energia em todo o quarteirão da escola.

O auditório do IME também dá sinais de que não foi reformado. O local acabou virando o depósito de cadeiras quebradas e de materiais. As paredes estão danificadas, o reboco caindo e parte do teto desabando.

Ainda no IME há situações chocantes e que atentam contra a saúde e a segurança dos alunos. É o caso do esgoto que está estourado e escorre ao lado da cantina, transformando o espaço em um lamaçal.

Em outros locais da escola há problemas nas instalações elétricas e hidráulicas que supostamente teriam sido trocadas, mas quando se observa de fato foram mantidos os mesmo materiais, quebrados e desgastados com a ação do tempo. Há ainda salas no andar superior sem proteção de grades, oferecendo riscos para os alunos.

Outro ponto que chama a atenção é a questão do forro da escola que está desabando. O telhado não foi reformado e nem trocado o madeiramento que dá sustentação ao forro. Com isso o forro foi colocado em madeiras apodrecidas, tomadas por cupins e agora o revestimento em PVC está desabando.

Esses são apenas alguns dos muitos problemas verificados pelos membros do Fundeb na visita ao recém reformado IME-Centro. Confira as fotos.









quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Fundeb confirma situação precária das escolas que acabaram de ser reformadas



Em visita às escolas da rede municipal de Ilhéus, o Conselho do Fundeb verificou que algumas unidades estão em situação precária, mesmo tendo passado por reformas gerais recentemente. Um dos exemplos é em Sambaituba, onde as duas escoas municipais que foram reformadas estão com sérios problemas de estrutura e segurança.

Confira as imagens das escolas de Sambaituba que acabaram de ser reformadas: